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Diretório de Advogados
Controlador de Tráfego Aéreo
Bemildo Ferreira
São Paulo (SP)
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Bemildo Ferreira
Artigo ·
há 8 anos
CF 88 ou Lei de 1950?
A despeito da Lei 1.079 de 10 de abril de 1950, reza o parágrafo único do Art 85 da Constituição Federal: “esses crimes [de responsabilidade] SERÃO DEFINIDOS em lei especial, que estabelecerá as...
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Bemildo Ferreira
Artigo ·
há 10 anos
Chance de ouro para a implantação da racionalidade política e administrativa no Brasil?
O Professor e jurisconsulto Luiz Flávio Gomes sempre tem palavras interessantes, aqui e nas falas ao vivo, quando posso acompanhá-las. É uma voz intermediária, digamos mais isenta do que as de alguns...
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Comentários
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Bemildo Ferreira
Comentário ·
há 5 anos
"Meus bens podem ser penhorados para pagar as dívidas do meu marido?"
Estevan Facure
·
há 9 anos
Algumas pessoas vieram em resposta ao meu comentário fazer sua crítica. Não leram o que eu escrevi e, se leram, leram o que quiseram e entenderam o que quiseram também. Não vou creditar isso à deficiência da escola Pública porque praticamente estudei minha vida toda em Escolas Públicas. Mas que está difícil interpretar, ah isso está.
Mencionei a generosidade do autor do artigo, que não foi pouca.
O povo continua se comportando como erva daninha percebendo uma fresta para se mostrar. Este aqui não é um caso isolado e, até onde sei, é uma batalha árdua de todo advogado e que os deixa muito irritados. É como ver um humorista PROFISSIONAL no avião, no restaurante, na praia e pedir pra ele contar uma piada. Há os sem-noção que fazem isso.
A questão não é de dinheiro como um colega acima mencionou e encheu seu comentário de $$$. É de COMPORTAMENTO SOCIAL. Só pra esclarecer, mesmo após quatro anos passados.
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Bemildo Ferreira
Comentário ·
há 6 anos
A crise dos boletos bancários e os direitos do consumidor
Losinskas, Barchi Muniz Advogados Associados
·
há 12 anos
Há uma incongruência interessante no uso de certos vocábulos no meio jurídico, espalhados agora por todo um sistema de comunicação oficial nas empresas, sejam elas públicas (o que é pior a inobservância da Língua Culta), sejam elas privadas.
É o caso do equivocado "junto a" e suas variações que passam a ideia de "na" (contração de "em+a") e variações.
O autor acima escreve acertadamente duas vezes na frase "seja nos Juizados Especiais Cíveis ou até mesmo no PROCON", mas já preferiu a forma equivocada nas frases "solicite uma segunda via do boleto junto à administradora" e "buscar seus direitos junto ao Poder Judiciário".
Talvez a sociedade que absorveu e utiliza as variações equivocadas de "junto a", com ou sem crase e até aberrações no plural pense que a frase irá se tornar mais bonita ou mais profissional. Fato é que fica apenas pedante. Mesmo!
À propósito, não vim com vontade alguma de fazer crítica nesse sentido, mas tão somente verificar se há regramento oficial que constranja um prestador de serviço a adaptar a data de vencimento de seu boleto bancário à possibilidade do consumidor, uma via em que ambas as partes ganham.
Se a crítica, na realidade mais uma dúvida do que crítica, foi inconveniente ao autor, peço-lhe desculpas antecipadas.
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Bemildo Ferreira
Comentário ·
há 8 anos
A Urna Eletrônica, a Lei de Benford e o Voto Impresso (2)
Geyson Santos
·
há 8 anos
Primeiro: no meio de sua farta explanação V.Sª insere pessoas da Venezuela como detentores do código-fonte ou coisa que o valha das urnas eletrônicas brasileiras. Isso foi um boato, mas V.Sª não tratou de corrigir seu pensamento enviesado para o conservadorismo, pelo menos usando o https://www.boatos.org/política/tse-codigos-urnas-venezuela.html.
Segundo: A invasão controlada, que ocorreu em cinco minutos, foi por congelamento de todos os filtros de segurança cibernéticos que envolvem desde acesso à rede de tráfego de dados até a busca de falha no código-fonte ou o ambiente contextual foi simulado também e os invasores passaram por esses níveis de proteção?
Terceiro: pode-se simular uma situação contextual real e complexa como o funcionamento conjunto das urnas seja na sua instalação, seja durante a votação ou seja na apuração dos votos? Elas estão interligadas? Quantos votos (dados) e de quantas urnas e em quantos locais/regiões seriam necessários se alterar para se provocar um resultado artificial sem suspeição?
Acho que teria mais coisa, mas só isso está bom.
Att.
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Gilvane Silva Nascimento
Comentário ·
há 9 anos
"Meus bens podem ser penhorados para pagar as dívidas do meu marido?"
Estevan Facure
·
há 9 anos
Ele não tinha dever em responder mas se o fez foi por generosidade, e quem pediu por necessidade não vejo porque de tal revolta sem causa justa, até parece que você foi lesado na questão.
Obrigado Dr Estevam, não foi para mim porém sinto-me agradecido pois provavelmente ajudou a alguém que precisava.
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Jose Joaquim
Comentário ·
há 7 anos
"Meus bens podem ser penhorados para pagar as dívidas do meu marido?"
Estevan Facure
·
há 9 anos
Nobre cau$ídico, lembre-$e que, ne$ta profi$$ão, ou em qualquer outra, nem tudo é $ó $IFRA$$$.
Conquanto, preci$emo$ $UBI$ISTIR - e até além di$$o - há elemento$ não financeiro$ que preci$am e devem $er con$iderado$.
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Perfil Removido
Comentário ·
há 9 anos
Por que estudar a Economia do Brasil é uma piada?
Perfil Removido
·
há 9 anos
Olá Bemildo! Obrigado por seu comentário.
Então...sobre a expressão que utilizei "a classe média burguesa é quem faz o papel da classe operária na época de Marx" eu tentei me referir não a posição econômica e social que ambas classes ocupam e ocuparam, mas quanto a participação destas no seio da sociedade. Eu explico:
A classe operária na época de Marx possuía um grande poder em mãos e não sabia. Sua força de trabalho e sua expressão numérica. Marx sabia que para "derrotar" o capitalismo vigente era necessário a união dos operários - chamado por ele de proletários - como forma de reivindicar melhores condições de trabalho bem como também uma melhor distribuição da renda. Assim, Marx e Engels - através do manifesto comunista - acabam incitando a união dos proletários através da consciência de classe que estes deveriam despertar dentro de si. A história do homem, segundo ele, era a história da Luta de Classes. A ideia mater, de longo prazo, do pensamento marxista era instaurar a ditadura do proletariado, pois o Estado em vigor não representava a classe proletária.
Desta forma, vejo que a classe média no Brasil ocupa a mesma posição. Não a nível econômico ou social (se comparado com os proletários do Séc. XIX), mas a nível de relevância social. De proeminência. A própria classe média alega que o Estado atual não os representa. No entanto, a classe média no Brasil não sabe o poder que tem nas mãos, e os poucos que sabem não conseguem utilizar. Assim como os proletários na época de Marx, a classe média hoje está desestruturada como classe, apesar de ter certo poderio numérico e econômico. Não conseguem se articular como uma classe de pensamento homogêneo. É uma classe, como você bem disse, que se aproveitou das privatizações e que exige um Estado eficiente apenas pagando impostos. Eu pago e por isso exijo, esse é o lema! Porém, não reconheceu seu poderio como classe, apesar de alguns espasmos políticos no período do impeachment de Dilma. É uma classe que carece de um "Marx" para conscientizá-la de sua relevância.
Isso porque rico está pouco se lixando para o futuro do Brasil. Se a coisa piorar por aqui as Ilhas Cayman e os bancos suíços estão aí para isso. Já o pobre infelizmente nós sabemos que não tem vez no Brasil. Nesta nação só serviu de massa de manobra e colegiado eleitoral por todos que passaram. Resta a quem fazer a mudança? Os detentores do meio de produção (Capital + Trabalho).
Enfim, a tentativa foi mostrar a relevância que cada classe social teve em seu tempo, pois é deveras gritante a diferença social e econômica entre ambas. Isto, claro, se considerarmos a nova classe média como sendo uma família com renda per capita mensal entre R$ 291,00 a R$ 1.019,00 que representa mais de 50% da população total.
Abraços!
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